16 de jul de 2011

Santa Paulina, protetora dos enfermos e doentes com câncer

Imigrante italiana radicada no Brasil desde os nove anos de idade, Santa Paulina adotou o Brasil como sua pátria. Nascida no dia 16 de dezembro de 1865, em Vígolo Vattaro, Trento, norte da Itália. Imigrou para o Brasil, aos 9 anos de idade, com a família em 1875, estabelecendo-se em Vígolo - Nova Trento (SC). Desde pequena ajudava na Paróquia de Nova Trento, em 1890 deu início à Congregação das Irmãzinhas da Imaculada Conceição. Em 1909 a Congregação cresce nos Estados de Santa Catarina e São Paulo. Santa Paulina morre aos 77 anos.

Milagre atribuído a Madre Paulina
Eluíza Rosa de Souza, em 1966, então com 24 anos e quatro filhos, engravidou depois de sofrer dois abortos. O médico aconselhou a mulher a fazer uma transfusão, mas Eluíza contrariou a recomendação. No sétimo mês de gestação, percebeu que sua barriga parara de crescer. Aos nove meses de gravidez, recebeu a notícia de que o feto estava morto havia pelo menos três meses e seria necessário realizar uma curetagem. A cirurgia durou cerca de 16 horas e após o término a paciente teve um grave processo hemorrágico. Sofreu parada cardíaca, ficou sem pulso e sem pressão arterial. O médico reuniu a família e informou que o quadro clínico era irreversível. “As freiras do hospital invocaram madre Paulina e colocaram sobre o meu peito uma imagem dela”, recorda Eluiza. “Madre Paulina intercedeu por mim e me curou.” Inexplicavelmente, ela começou a apresentar sinais de vida. Recuperou o batimento cardíaco, a hemorragia cessou, e a enferma passou a um quadro clínico estável. Em menos de 72 horas do diagnóstico de coma profundo, inclusive recomendando a extrema-unção, a paciente estava sentada na cama e conversando tranquilamente com seu marido.  Sua cura convenceu o Vaticano a beatificar madre Paulina, em outubro de 1991.

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